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AGSEP vai abrir 1,2 mil vagas com quatro novos presídios

 Fonte de Publicação: SUPERINTENDêNCIA DO SISTEMA DE EXECUçãO PENAL



A Agência Goiana do Sistema de Execução Penal (AGSEP) obteve autorização do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), órgão do Ministério da Justiça, para modificação nos projetos de dois presídios, já aprovados pelo governo federal, que beneficiariam apenas o Entorno de Brasília. A partir de agora, a Agência, com a utilização dos mesmos recursos, que já estão na conta do Estado, poderá construir outros dois presídios, atendendo também a Região Metropolitana da capital. Os recursos para as obras são do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), do governo federal.
A autorização foi dada pelo diretor - geral do DEPEN, Augusto Eduardo Souza Rossini, ao presidente da AGSEP, Edilson de Brito, na tarde desta quarta-feira, 30/03, durante reunião no Gabinete do órgão, em Brasília (foto). Estiveram presentes também na ocasião, a Gerente de Políticas Penitenciárias da AGSEP, Sandra Anjos; e o Diretor de Políticas Penitenciárias do DEPEN, Alexandre Cabana de Queiroz Andrade.
A proposta autorizada é dividir por igual os R$ 40 milhões já disponibilizados para as obras para a construção de cada uma das quatro unidades prisionais. Todas terão o mesmo número de vagas, ou seja, 300 vagas, totalizando 1,2 mil vagas, sendo este número maior que as 842 vagas propostas pelo projeto original. “Isso significa expandir a utilização recurso financeiro e obter 458 vagas a mais”, esclarece Edílson de Brito. No projeto anterior, as construções de Águas Lindas e Novo Gama teriam 421 vagas cada uma.

As duas obras extras que serão contempladas na nova configuração são: Um anexo para a Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia e um presídio em Anápolis. O investimento no projeto original será reduzido, a partir de uma arquitetura menos onerosa, e o excedente contemplará necessidades de obras em Aparecida e Anápolis. “A idéia é atender a demanda de vagas do Entorno (com déficit em torno de 664 vagas) e, ao mesmo tempo, contemplar as necessidades principais da Regional Metropolitana da AGSEP”, explica Edilson de Brito.

De acordo com Edílson de Brito, tanto Goiânia quanto Anápolis estão em situações preocupantes. “A unidade prisional que construiremos no Complexo, leia-se o anexo da CPP, servirá, exclusivamente para custodiar os 200 presos que estão com a Polícia Civil em Goiânia, o que contribuirá para reduzir a lotação das carceragens nas delegacias. Em Anápolis, resolveríamos o problema da superlotação. A ressalva é que expandiríamos a possibilidade do investimento já autorizado pela União sem deixar de contemplar as prioridades do projeto original que dizem respeito à Águas Lindas e Novo Gama”, complexa Brito.A Agência Goiana do Sistema de Execução Penal (AGSEP) obteve autorização do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), órgão do Ministério da Justiça, para modificação nos projetos de dois presídios, já aprovados pelo governo federal, que beneficiariam apenas o Entorno de Brasília. A partir de agora, a Agência, com a utilização dos mesmos recursos, que já estão na conta do Estado, poderá construir outros dois presídios, atendendo também a Região Metropolitana da capital. Os recursos para as obras são do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), do governo federal.
A autorização foi dada pelo diretor - geral do DEPEN, Augusto Eduardo Souza Rossini, ao presidente da AGSEP, Edilson de Brito, na tarde desta quarta-feira, 30/03, durante reunião no Gabinete do órgão, em Brasília (foto). Estiveram presentes também na ocasião, a Gerente de Políticas Penitenciárias da AGSEP, Sandra Anjos; e o Diretor de Políticas Penitenciárias do DEPEN, Alexandre Cabana de Queiroz Andrade.
A proposta autorizada é dividir por igual os R$ 40 milhões já disponibilizados para as obras para a construção de cada uma das quatro unidades prisionais. Todas terão o mesmo número de vagas, ou seja, 300 vagas, totalizando 1,2 mil vagas, sendo este número maior que as 842 vagas propostas pelo projeto original. “Isso significa expandir a utilização recurso financeiro e obter 458 vagas a mais”, esclarece Edílson de Brito. No projeto anterior, as construções de Águas Lindas e Novo Gama teriam 421 vagas cada uma.

As duas obras extras que serão contempladas na nova configuração são: Um anexo para a Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia e um presídio em Anápolis. O investimento no projeto original será reduzido, a partir de uma arquitetura menos onerosa, e o excedente contemplará necessidades de obras em Aparecida e Anápolis. “A idéia é atender a demanda de vagas do Entorno (com déficit em torno de 664 vagas) e, ao mesmo tempo, contemplar as necessidades principais da Regional Metropolitana da AGSEP”, explica Edilson de Brito.

De acordo com Edílson de Brito, tanto Goiânia quanto Anápolis estão em situações preocupantes. “A unidade prisional que construiremos no Complexo, leia-se o anexo da CPP, servirá, exclusivamente para custodiar os 200 presos que estão com a Polícia Civil em Goiânia, o que contribuirá para reduzir a lotação das carceragens nas delegacias. Em Anápolis, resolveríamos o problema da superlotação. A ressalva é que expandiríamos a possibilidade do investimento já autorizado pela União sem deixar de contemplar as prioridades do projeto original que dizem respeito à Águas Lindas e Novo Gama”, complexa Brito.A Agência Goiana do Sistema de Execução Penal (AGSEP) obteve autorização do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), órgão do Ministério da Justiça, para modificação nos projetos de dois presídios, já aprovados pelo governo federal, que beneficiariam apenas o Entorno de Brasília. A partir de agora, a Agência, com a utilização dos mesmos recursos, que já estão na conta do Estado, poderá construir outros dois presídios, atendendo também a Região Metropolitana da capital. Os recursos para as obras são do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), do governo federal.
A autorização foi dada pelo diretor - geral do DEPEN, Augusto Eduardo Souza Rossini, ao presidente da AGSEP, Edilson de Brito, na tarde desta quarta-feira, 30/03, durante reunião no Gabinete do órgão, em Brasília (foto). Estiveram presentes também na ocasião, a Gerente de Políticas Penitenciárias da AGSEP, Sandra Anjos; e o Diretor de Políticas Penitenciárias do DEPEN, Alexandre Cabana de Queiroz Andrade.
A proposta autorizada é dividir por igual os R$ 40 milhões já disponibilizados para as obras para a construção de cada uma das quatro unidades prisionais. Todas terão o mesmo número de vagas, ou seja, 300 vagas, totalizando 1,2 mil vagas, sendo este número maior que as 842 vagas propostas pelo projeto original. “Isso significa expandir a utilização recurso financeiro e obter 458 vagas a mais”, esclarece Edílson de Brito. No projeto anterior, as construções de Águas Lindas e Novo Gama teriam 421 vagas cada uma.
As duas obras extras que serão contempladas na nova configuração são: Um anexo para a Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia e um presídio em Anápolis. O investimento no projeto original será reduzido, a partir de uma arquitetura menos onerosa, e o excedente contemplará necessidades de obras em Aparecida e Anápolis. “A idéia é atender a demanda de vagas do Entorno (com déficit em torno de 664 vagas) e, ao mesmo tempo, contemplar as necessidades principais da Regional Metropolitana da AGSEP”, explica Edilson de Brito.

De acordo com Edílson de Brito, tanto Goiânia quanto Anápolis estão em situações preocupantes. “A unidade prisional que construiremos no Complexo, leia-se o anexo da CPP, servirá, exclusivamente para custodiar os 200 presos que estão com a Polícia Civil em Goiânia, o que contribuirá para reduzir a lotação das carceragens nas delegacias. Em Anápolis, resolveríamos o problema da superlotação. A ressalva é que expandiríamos a possibilidade do investimento já autorizado pela União sem deixar de contemplar as prioridades do projeto original que dizem respeito à Águas Lindas e Novo Gama”, complexa Brito.

A modificação nos respectivos projetos arquitetônicos já está em fase de conclusão e deverá ser apresentada para aprovação no DEPEN nos próximos 15 dias. A previsão da AGSEP é que os quatro novos presídios sejam inaugurados até o fim deste ano. 
A modificação nos respectivos projetos arquitetônicos já está em fase de conclusão e deverá ser apresentada para aprovação no DEPEN nos próximos 15 dias. A previsão da AGSEP é que os quatro novos presídios sejam inaugurados até o fim deste ano. 
A modificação nos respectivos projetos arquitetônicos já está em fase de conclusão e deverá ser apresentada para aprovação no DEPEN nos próximos 15 dias. A previsão da AGSEP é que os quatro novos presídios sejam inaugurados até o fim deste ano.